Os pais de Nanda começaram a se preocupar com a moça,que já não comia, nem bebia; aquela moça linda e alegre havia desaparecido como um passe de mágica. Nanda entrou em depressão e se tornou uma adolescente problemática, acreditando que nada mais fazia sentido em sua vida; começou a tentar fazer loucuras, cortou os pulsos, acabou com toda a cartela de calmante de sua mãe, entre outras loucuras. Seus pais a levaram a vários psicólogos, mas nunca tinham bons resultados.
Nanda começou a parar de comer literalmente; não podia nem ouvir falar em comida que acreditava que iria engordar. Essa menina, com 18 anos, passou momentos de tortura e loucura; chegou a pesar 20 kg. Foi o auge da gravidade do problema! Ela estava à beira da morte. Mas no fim do túnel havia uma luz, foi ai que seus pais a aceitaram como anoréxica e resolveram lutar por sua vida.
Não desistiram; viajaram para os EUA em busca de um melhor tratamento. Lá ficaram por 2 anos, quando Nanda conheceu Miguel, um enfermeiro que levava para ela o almoço todos os dias, mesmo sabendo que ela não comia. Ele não desistia de levar nunca, era um ritual. Até que um dia depois de muito insistir, conseguiu convencê-la a comer uma fruta, nem os médicos haviam conseguido.
Depois disso a socióloga Beatriz Pacheco foi até sua sala dar os parabéns à Nanda, pois já eram grandes amigas. Seus pais ficaram muito felizes, pois há quase um ano sua filha não comia algo sólido. Foi um dia muito especial para todos!
Desde esse dia, Miguel era o único, além da socióloga Beatriz Pacheco, que conseguia conversar com Nanda; tinham uma afinidade incrível e surgiu ali uma linda amizade.
Nanda começou a parar de comer literalmente; não podia nem ouvir falar em comida que acreditava que iria engordar. Essa menina, com 18 anos, passou momentos de tortura e loucura; chegou a pesar 20 kg. Foi o auge da gravidade do problema! Ela estava à beira da morte. Mas no fim do túnel havia uma luz, foi ai que seus pais a aceitaram como anoréxica e resolveram lutar por sua vida.
Não desistiram; viajaram para os EUA em busca de um melhor tratamento. Lá ficaram por 2 anos, quando Nanda conheceu Miguel, um enfermeiro que levava para ela o almoço todos os dias, mesmo sabendo que ela não comia. Ele não desistia de levar nunca, era um ritual. Até que um dia depois de muito insistir, conseguiu convencê-la a comer uma fruta, nem os médicos haviam conseguido.
Depois disso a socióloga Beatriz Pacheco foi até sua sala dar os parabéns à Nanda, pois já eram grandes amigas. Seus pais ficaram muito felizes, pois há quase um ano sua filha não comia algo sólido. Foi um dia muito especial para todos!
Desde esse dia, Miguel era o único, além da socióloga Beatriz Pacheco, que conseguia conversar com Nanda; tinham uma afinidade incrível e surgiu ali uma linda amizade.
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