Ela ficou na rua, desesperada, chorando muito, quando passou uma mulher e
perguntou-lhe porque chorava; ela contou, então, toda a história. Como ela não
tinha lugar para morar, a mulher, solidária, convidou-a para morar em sua casa.
Em um lar de verdade, Cida teve o privilégio de estudar. A moça que cuidava dela era pobre, mas trabalhava junto ao seu esposo para dar o melhor para a menina, como se esta fosse filha deles.
O tempo passou; Cida, com 18 anos, já tinha muitos sonhos. Desse modo, trabalhava para pagar sua faculdade.
Tudo ia se encaixando aos poucos. Um dia, assim, a jovem encontrou um homem na faculdade e se apaixonou, vindo a se casar. Ele era português; tinha uma boa vida. Cida, portanto, foi morar com ele; se
formou e, hoje, ela tem um salão de estética; dois filhos, um formado em
medicina, outro advocacia; carros, motos. Ela mora na Barra, tem um apartamento lindo e é muito feliz.
perguntou-lhe porque chorava; ela contou, então, toda a história. Como ela não
tinha lugar para morar, a mulher, solidária, convidou-a para morar em sua casa.
Em um lar de verdade, Cida teve o privilégio de estudar. A moça que cuidava dela era pobre, mas trabalhava junto ao seu esposo para dar o melhor para a menina, como se esta fosse filha deles.
O tempo passou; Cida, com 18 anos, já tinha muitos sonhos. Desse modo, trabalhava para pagar sua faculdade.
Tudo ia se encaixando aos poucos. Um dia, assim, a jovem encontrou um homem na faculdade e se apaixonou, vindo a se casar. Ele era português; tinha uma boa vida. Cida, portanto, foi morar com ele; se
formou e, hoje, ela tem um salão de estética; dois filhos, um formado em
medicina, outro advocacia; carros, motos. Ela mora na Barra, tem um apartamento lindo e é muito feliz.
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